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sábado, 31 de julho de 2010

QUAL É O TRUQUE?

video


deve ter algum truque

VOVÓ NÃO SABE TUDO



Paulinho tem 9 anos e foi passar uns dias na casa da vovó.

Ele estava brincando na rua com alguns coleguinhas e uma hora entrou em casa perguntando:

- Vovó, como se chama aquilo quando duas pessoas dormem no mesmo quarto e ficam uma em cima da outra?

A vovó se assustou com a pergunta, pensou e achou que seria melhor dizer a verdade:

- Bem, Paulinho, isso se chama uma relação sexual.

Paulinho satisfeito com a resposta voltou para a rua para brincar.

Dentro de instantes ele entra em casa novamente todo esbaforido e diz:

- Vovó, aquilo que eu perguntei, se chama BELICHE, e a mãe do Zezinho quer falar com a senhora...




sexta-feira, 30 de julho de 2010

SANTO ANTONIO

   Durante os dias de pavor que vivi antes, durante e após a cirurgia, me apeguei com Santo Antonio e agora
que quase recebo alta, venho agradecer











RESPONSÓRIO DE SANTO ANTÔNIO




Se milagres desejais,

Recorrei a Santo Antônio;

Vereis fugir o demônio

E as tentações infernais.

Recupera-se o perdido,

Rompe-se a dura prisão

E no auge do furacão

Cede o mar embravecido.

Todos os males humanos

Se moderam, se retiram,

Digam-no aqueles que o viram,

E digam-no os paduanos.

Repete-se: - Recupera-se o perdido...

Pela sua intercessão

Foge a peste, o erro, a morte,

O fraco torna-se forte

E torna-se o enfermo são.

Repete-se: - Recupera-se o perdido...

Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo

Repete-se: - Recupera-se o perdido...

V: Rogai por nós, bem-aventurado Antônio.

R: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.



OREMOS



Ó Deus, nós vos suplicamos, que alegre à Vossa Igreja a solenidade votiva do bem-aventurado Antônio, vosso Confessor e Doutor, para que, fortalecida sempre com os espirituais auxílios, mereça gozar os prazeres eternos. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Com aprovação eclesiástica

quinta-feira, 29 de julho de 2010

S.O.S INCA

INCA RJ













INCA PEDE SOCORRO!!!



Quem tiver contatos no RJ, por favor, retransmitir a mensagem. É importante.

O INCA - Instituto Nacional do Câncer - fica na Praça da Cruz Vermelha - 23, no Centro do Rio).







Repasse a mensagem para quem vocês puderem, pois a situação do Instituto Nacional do Câncer

é realmente dramática. Eles não têm sangue, nem doadores. Já saíram notas nos jornais e pouco adiantou.

O Instituto Nacional do Câncer - INCA - está precisando urgentemente de doadores de sangue.

O banco de sangue está quase vazio e o Hospital enfrenta dificuldades, até para marcar cirurgias, muitas vezes, precisando recorrer a outros bancos de sangue da cidade, que também passam pela mesma dificuldade: falta de doadores.

A transfusão de sangue para pessoas com câncer é muito importante.

Sem ela, muitos pacientes não conseguiriam sobreviver aos tratamentos que envolvem drogas pesadas.

Para doar, basta chegar na portaria do Hospital com sua carteira de identidade ou qualquer documento

similar, apresentando- se como doador.



NÃO vá em jejum, alimente-se de coisas leves e não gordurosas (evite derivados de leite), evite o álcool por pelo menos 12 horas.

Você deve estar em boas condições de saúde, ter entre 18 e 60 anos e pesar 50kg ou mais.

Esta mensagem pode alcançar muitos doadores, se você enviar agora para outros endereços.

Por favor, colabore. Faça a sua parte! Muitas vidas agradecem.











OBS: Mesmo que você não possa ou não esteja interessado em realizar a doação

não deixe de repassar essa mensagem para seus amigos.

É uma causa importante, todos podem colaborar de alguma maneira.




ENDEREÇOS - RJ:











RIO DE JANEIRO







Hospital Universitário Graffree e Guinle

Rua Mariz e Barros, 775 -Tijuca - Rio de Janeiro - RJ CEP: 22290-240





Hospital Mário Kroeff - Associação Brasileira de Assistência ao Câncer Rua Magé, nº326 - Penha Circular - Rio de Janeiro-RJ

CEP 21020-130



Instituto Nacional de Câncer - INCA - Hospital do Câncer I

Pça. Cruz Vermelha, 23 - Centro - Rio de Janeiro - RJ CEP: 20230-130









Instituto Nacional de Câncer - INCA - Hospital do Câncer II

Rua Equador, 831 - Santo Cristo - Rio de Janeiro-RJ

CEP 20220-410



Instituto Nacional de Câncer - INCA - Hospital do Câncer III

Rua Visconde de Sta. Isabel, 274 - Vila Isabel -Rio de Janeiro-RJ

CEP 20560-120





Hospital Universitário Clementino Fraga Filho-UFRJ

Avenida Brigadeiro Trompowski, s/n - Ilha do Fundão - Rio de [WINDOWS-1252?]Janeiro–RJ

CEP 21949-900





Hospital Universitário Pedro Ernesto - UERJ

Avenida 28 de setembro, 77 - Vila Isabel - Rio de Janeiro-RJ

CEP 20555-030



Instituto de Hematologia do RJ - Hospital de Hematologia - HEMORIO

Rua Frei Caneca, 8 - Centro - Rio de Janeiro-RJ

CEP 20211-030





Volta Redonda

Radiclin

Rua 26, nº3 - Vila Santa Cecília - Volta Redonda-RJ

CEP 27260-270

RIO DE JANEIRO

Campos

Hospital Geral Dr. Beda - Instituto de Medicina Nuclear e Endocrinologia LTDA.

Rua Conselheiro Otaviano, 129 - Centro - Campos-RJ

CEP 28010-272







Clínica Santa Maria Ltda.

Rua Conselheiro Otaviano, 195 - Centro - Campos-RJ

CEP 28010-140



Niterói

Hospital Universitário Antonio Pedro - UFF

Rua Marques do Paraná, 303 - Centro - Niterói-RJ

CEP 24030-210



Nova Iguaçu

Hospital Universitário de Nova Iguaçu

Avenida União, 673 - Nova [WINDOWS-1252?]Iguaçu–RJ



Instituto Oncológico Ltda.

Rua Dr. Barros Junior, 1135 - Nova Iguaçu-RJ

CEP 26215-070

quarta-feira, 28 de julho de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

LUZ NO FIM DO TUNEL

HA HA...TÔ VENDO
TÔ VENDO MESMO
A LUZ NO FIM DO TUNEL


E por isso aproveito para convidar voces para viajar de trem comigo,

tive esta ideia ao ler o post da Alzira sobre o trem fantasma do Lula.

Eu desde que me entendo por gente, sempre curti trem.

aquele trem de aço que a gente pegava para ir a São Paulo e onde a diversão era o carro restaurante






depois veio a época da curtição, anos 70
aí na lembrança me vem

Milton Nascimento - Ponta de Areia


Ponta de areia ponto final


Da Bahia-Minas estrada natural

Que ligava Minas ao porto ao mar

Caminho de ferro mandaram arrancar

Velho maquinista com seu boné

Lembra do povo alegre que vinha cortejar

Maria fumaça não canta mais

Para moças flores janelas e quintais

Na praça vazia um grito um oi

Casas esquecidas viúvas nos portais


Ruínas da estação de Ponta da Areia, em fevereiro de 1980. Foto Carlos Augusto Leite Pereira



      Viagem maravilhosa num trem caindo aos pedaços que as vezes ficava parado uns dois dias e dava tempo pra gente lavae e secar as roupas,
eram tempos ótimos  e todos muito felizes indo para o Carnaval de Salvador

Passado um tempo, curti outra ferrovia
e o famoso Trem da Morte





que coisa horrível.
mas quando a grana era curta, tinhamos que encarar,

e para finalizar...
ó vida, ó azar...

tenho que encarar o Japeri
saindo da Central do Brasil e indo até o final






para depois ainda ter que encar um onibus ou uma van para
subir a serra e ir para o Paraíso
Miguel Pereira











Mr Bean No Brasil




Se Mr Bean fosse a Dilma Rousseff:









Se Mr Bean fosse o Presidente Lula:





:



Se Mr Bean fosse o José Serra:






segunda-feira, 26 de julho de 2010

VAMOS FESTEJAR!!!

                     HOJE É O DIA DA AVÓ!!!
                                       (QUE MEIGO!!!)

tá faltando o Leonardo nesta foto, mas em breve...
                                                                                                                                        




        Eu estava pensando no que postar, quando vi  este texto da grande Rachel de Queiroz, que encontrei no blog da sherazade.
fiquem com ele:

         A ARTE DE SER AVÓ




Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo...



Cinquenta anos, cinquenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações — todos dizem isto embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto — mas acredita.



Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meus Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aquelas crianças que você recorda.

E então um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis — aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.



Sim, tenho certeza que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que os netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos.



No entanto — no entanto! — nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, a rival: a mãe. Não importa que ela seja sua filha. Não deixa por isso de ser mãe do seu neto. Não importa que ela ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha", e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais.



Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais.



A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.



Já a avô, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto.

Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia.



Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café — café! — mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser e até fingir que está discando o telefone.



Riscar a parece com o lápis dizendo que foi sem querer — e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna.



Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto.



E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: "Vó!", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.



E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que, se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade e apoio... Além é claro das compensações....



Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho — involuntariamente! — bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois, o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó?



Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.





Texto de Raquel de Queiroz

Descoberto no momento de minhas reflexões como avó

domingo, 25 de julho de 2010

domingo engraçado

     Ainda estou em estado de choque.
Acordei cedo na maior disposição para assistir Fórmula 1 e quase no final...

   certo está o KibeLoco


tem explicação?
Rubinho fazendo escola?

AMANHÃ, COM CERTEZA

ESTOU VOLTANDO...
   
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