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sábado, 20 de dezembro de 2014

Steve Vai - "Die To Live"

TRAVA LINGUA




  O SPIT hoje me fez voltar no tempo. Tempos da Fazenda Lourdes lá na Nhecolandia onde vivi por um bom tempo dando aula para a criançada.









Trava lingua:

Que bicho é?

É crocogrilo? É cocodrilo?
É cocrodilo? É cocodilho?
É corcodilho? É crocrodilo?
É crocrodilho? É corcrodilo?
É cocordilo? É jacaré?
Será que ninguém acerta
O nome do crocodilo mané?

Tic tac

O tempo perguntou pro tempo
qual é o tempo que o tempo tem.
O tempo respondeu pro tempo
que não tem tempo
para dizer pro tempo
que o tempo do tempo
é o tempo que o tempo tem.

Maluca

Tinha tanta tia tantã.
Tinha tanta anta antiga.
Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta.

Cururu

Olha o sapo dentro do saco,
osaco com o sapo dentro,
o sapo batendo papo
e o papo soltando vento.

Prendeu tudo

A lontra prendeu a
tromba do monstro de pedra
e a prenda de prata
de Pedro, o pedreiro.

Molenga

Maria-mole é molenga.
Se não é molenga
não é maria-mole.
É coisa malemolente,
nem mala, nem mola,
nem maria, nem mole.

A aranha e o jarro

A aranha arranha o jarro
O jarro arranha a aranha
A aranha não arranha o jarro
Porque o jarro não arranha a aranha

Os tigres famintos

Um prato de trigo
para três tigres tristes
Dois pratos de trigo
para três tigres tristes
Três pratos de trigo
para três tigres tristes

Sabiá

Sabia que o sabiá sabia assobiar?
A sábia não sabia
que o sábio sabia
que o sabiá sabia
que o sábio não sabia
que o sabiá não sabia
que a sábia não sabia
que o sabiá sabia assobiar

Caju

O caju do Juca
E a jaca do cajá
O jacá da Juju
E o caju do Cacá

Rói rato

O rato roeu a roupa do rei de Roma
O rato roeu a roupa do rei da Rússia.
O rato roeu o rabo do rodovalho.
O rato roer roía
E a Rosa Rita Ramalho
Do rato a roer se ria

Mafagafos
Em cima daquela serra, há um ninho de mafagafos com cinco mafagafinhos. Quem desmafagafar os cinco mafagafinhos, bom desmafagafador será. Quem não desmafagafar os cinco mafagafinhos, bom desmafagafador não será.


Sexualidade feminina como tabu em exposição de fotos [+18]


Sexualidade feminina como tabu em exposição de fotos [+18]


Para quem gosta do nu artístico, a fotógrafa paulista Alle Manzano retrata tabus da sexualidade em ousado ensaio de fotos. A exposição esteve no Nola Bar, em São Paulo, com a exposição Lendo-me.
A intenção foi "Abrir diálogos com uma sociedade regida por regras e pré-conceitos' estabelecidos, que trata o tema da masturbação como tabu", disse a autora, que além da masturbação, também retrata a sensualidade e a nudez feminina. Alle acrescenta que com o projeto, deseja estimular que as mulheres se amem, se toquem, se sintam, se vejam e se encorajem ante a opressão dos preconceitos.
A artista diz que seu maior desafio é buscar composições com mulheres nuas, mas sem expressar vulgaridade.
Confira as fotos!






















Fotógrafa resgata beleza do século 15 em mulheres dos dias atuais

Maria Preta

sou fascinada por isso



Fotógrafa resgata beleza do século 15 em mulheres dos dias atuais

Por Rede RPA

A fotógrafa alemã Julia Fullerton-Batten deu um chega pra lá na ditadura do corpo perfeito que hoje persegue as mulheres: corpo esbelto, traços finos e alongados. O ensaio “Unadorned” é inspirado na beleza das mulheres do século 15: registros sensuais de mulheres com curvas arredondadas, nada a ver com as fotos das modelos super magras que estampam as capas das revistas de moda e dominam as passarelas.

A artista foi buscar inspiração nas obras do pintor flamenco Sir Peter Paul Rubens. As obras de Peter abusam do movimento, da cor e da sensualidade. Julia Fullerton-Batten soube explorar bem esse universo: as modelos do ensaio são quase cópias idênticas das mulheres dos quadros do pintor. Os corpos parecem mais encurtados e os seios fartos ganham destaque.







Fonte: RPA

sábado, 6 de dezembro de 2014

Sexo e espelhos




eu (america da costa alterar)

4 de dez

Mudar é importante em todos os aspectos da vida e o sexo não é exceção. Se você mudar, de vez em quando, apenas um item do seu repertório sexual, suas baterias serão recarregadas.
Mudar o cenário pode ser uma ideia ou então mudar apenas um detalhe: apenas espelhos! Quando se fala em “preparar o ambiente” para uma noite daquelas, logo imaginamos pétalas de rosas no chão… Se você colocar espelhos em pontos estratégicos do espaço do seu quarto estará preparando o ambiente ideal para jogos especiais de voyerismo e exibicionismo. Ver o ato sexual é extremamente excitante para muitos casais e sempre adiciona um tempero a mais nas preliminares sexuais.
espelho
Se tiver oportunidade, espalhe diversos espelhos em diferentes ângulos e tamanhos pelo ambiente e deixe à meia luz (ou coloque uma lâmpada de cor diferente para criar clima). Pode colocar um na lateral da cama, outro quase no chão ou decore a parede com pequenos espelhos. Permitam-se admirar um ao outro em diversas formas.
Podem fingir que o espelho é uma janela para o quarto ao lado; podem brincar de aulas de Anatomia, fazendo a parceira (ou parceiro) expor certas áreas e depois explorá-las para “aprendizado” (até para saber o que acontece quando estas áreas são estimuladas).
Podem fazer sexo em uma cadeira diante do espelho ou apenas se masturbar de maneira despudorada, provocando o parceiro até as últimas. Enfim, as possibilidades são infinitas.
espelho3
Se quiser dar um toque mais romântico a esta noite, escreva curtas frases com batom ou coloque fotos eróticas do casal espalhadas pelo espelho. Crie uma atmosfera especial com música, aromas e iluminação indireta.
Mas antes de fazer isso, vamos conversar sobre outra coisa: algumas pessoas (mulheres principalmente) sentem vergonha de olhar-se no espelho. Tem gente que não suporta tirar a roupa para si mesmo e arruma todo tipo de defeito. Talvez por ter uma análise muito crítica, talvez por ter vergonha de encontrar seu “verdadeiro eu” e dos medos que possa enfrentar quando se encara no espelho.
Não vamos entrar em velhas conversas de autoestima… Todas já sabem que “devemos nos amar, admirar etc e tal”. A confiança em sua capacidade, decididamente é a sua arma mais secreta e o afrodisíaco mais poderoso que existe.
De nada adianta reunir dicas daqui e dali, aprender técnicas “infalíveis” e montar um cenário sexual de tirar o fôlego se no fundo você não se sente bem consigo mesma.
Mas mesmo assim, se este argumento ainda não te convence, vamos ser práticas: coloque um lingerie que você se sinta bem, linda e sexy. Disfarce defeitos e ressalte seus pontos fortes. Salto alto é imprescindível nessas horas! O poder sempre usa salto alto. Faça de conta que está num filme e você é a atriz principal de um “certo tipo” de filme, me entende? E esqueça essa vergonha de se mostrar! Nós sabemos que, naquelas horas, o prazer fala mais alto que reparar em detalhes que só você se incomoda.
Quem ousa perde, definitivamente, o pior inimigo de todos: O medo.
Autoria: Alessandra A. (texto 14/02/2014)

A liberdade do tubarão é a morte das sardinhas.


4 de dez
 
eu (america da costa alterar)
5 de dez

A liberdade do tubarão é a morte das sardinhas.

O sentido de liberdade a que me refiro – chamada muitas vezes de liberdade negativa – está envolvido com a seguinte pergunta:
‘Qual deve ser minha área de atuação na qual não devo sofrer a interferência de nenhum outro homem ou autoridade pública?’
Esse sentido de liberdade é conhecido politicamente como negativo, porque o grau de liberdade é dado pela ausência de obstrução.
Assim, eu sou livre para fazer o que quiser na medida em que ninguém me impeça, da mesma maneira que a CBF é livre para fazer o que bem quiser na medida em que ninguém a impeça.
Marin e Del Nero, os intocáveis mandatários da CBFMarin e Del Nero, os intocáveis mandatários da CBF
Essa liberdade de que goza a Confederação Brasileira de Futebol está assegurada pela própria Consituição Federal.
“Art. 5º inciso XVII – é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar; e XVIII – a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;
Art. 217. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais, como direito de cada um, observados:
I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto a sua organização e funcionamento;”
Após anos de ditadura, os constituintes fizeram questão de criar uma garantia constitucional que livrasse o esporte de intervenções do Estado. Como se sabe, muitos governos – dado o grande apelo do esporte às massas – se valem de conquistas esportivas como triunfos da soberania nacional.
Vale lembrar que essas entidades de administração do desporto não são entidades quaisquer; elas gozam de uma série de direitos e privilégios exclusivos – entre os quais o de representar o país internacionalmente, usando de nossa bandeira e hino.
Nesse sentido, conferir à iniciativa privada a organização e o funcionamento do esporte era entendido como uma medida essencialmente democrática.
No entanto, a garantia dessa autonomia desregulada acabou criando instituições essencialmente autocráticas, em que nem mesmo os atletas – razão maior do esporte – conseguem incidir. Aqueles que detinham o poder construíram ao seu redor muros inescaláveis.
No caso específico do futebol, essa autonomia, a que chamo de liberdade negativa, é o que permite à entidade de administração (CBF) acumular um lucro de R$ 340 milhões nos últimos 5 anos enquanto as 24 maiores entidades de prática (os clubes) – os verdadeiros fomentadores do futebol no país – estão quebrados, com um déficit acumulado de R$ 1,4 bilhão nesse mesmo período.
Qual é a mágica aqui? Por que a CBF consegue resultados tão positivos enquanto os clubes estão à beira do colapso? Basicamente é o cenário de competição que a própria CBF permite que ocorra entre eles.

Na economia da bola, os adversários devem se ajudar

Os clubes, enquanto agentes econômicos em uma competição esportiva, devem preservar uns aos outros. Isto é, diferentemente de outros setores do mercado, no esporte a concorrência não visa ao extermínio dos adversários. Por exemplo, o Atlético-MG não tem a intenção de englobar o Cruzeiro, ele não visa ao monopólio.
O esporte presume essa co-existência contínua, de maneira que a competição possa sempre existir.
Veja mais falas dos próprios jogadores em www.bomsensofc.org
Os clubes envolvidos em uma competição, portanto, não devem pensar apenas no que é bom para si, mas no que é bom para o todo. Nesse sentido, o organizador da competição deve preservar esse equilíbrio de forças entre os clubes e um ambiente saudável de disputa.
A situação deficitária dos clubes é resultado de um esporte sem regulamentação, em que os clubes competem para além de suas forças, contando com o que não têm, disputando de maneira quase selvagem e sem visão de longo prazo. Isso se vê claramente nos salários irreais desse setor.
Como nenhum clube e nenhum dirigente é punido pelo não pagamento de salários ou mesmo de impostos, e não existe consequência nenhuma a essas inconsequências de gestão, o futebol brasileiro segue acumulando dúvidas e deixando escorrer pelo ralo o enorme potencial que tem como indústria.
A essa altura alguém pode se perguntar: mas é só o futebol, é só o entretenimento, que relevância tem isso para o país?
Bom, ainda que mal administrado, o futebol no Brasil gera mais de 370 mil empregos diretos e indiretos movimentando (em dados de 2009) mais de R$ 11 bilhões ao ano. Um estudo da FGV (no mesmo 2009), indica que uma simples adequação do calendário de competições poderia, àquela época, aumentar essa movimentação para R$ 62 bilhões.
A liberdade de funcionamento e organização que a CBF tem é prejudicial não apenas para o futebol, mas para o país de forma geral.
Isso não significa que o governo precise acabar com a CBF e criar a Futebrás para administrar o futebol. O que é preciso é fomentar um outro sentido de liberdade para as entidades de administração do esporte, uma liberdade positiva. Uma liberdade que responda à seguinte pergunta:
“Quais são as condições básicas que a CBF precisa ter para que ela seja o que tem que ser e faça o que tem que fazer?”
Essas condições básicas precisam ser garantidas pelo Estado, precisam ser transcritas em forma de lei. A democratização da CBF está entre os critérios mais básicos para uma mudança efetiva nos rumos do futebol no país.
Isso significa a abertura da entidade à participação de atletas, treinadores, árbitros e também da própria sociedade civil. As entidades de administração do esporte em todas as suas modalidades, embora sejam de direito privado, têm interesse público. Precisamos reconstruir essas entidades para que elas sejam o que deveriam ser.
É para isso que existe o Bom Senso Futebol Clube.
https://www.youtube.com/watch?v=_3BjcruFKTI

Assine a petição para que a CBF democratize seu estatuto


temos mais de 76.000 assinaturas e precisamos chegar em 150.000. Você pode fazer isso agora, seguindo por aqui, e se tornar parte do movimento por um futebol melhor para todos.
Ricardo Borges Martins

Bacharel em Ciências Sociais pela USP, com foco em Cultura e Tendências Contemporâneas e pós-graduado em Filosofia com especialização em Argumentação e Influência Social pela Université d’Aix-Marseille. É coordenador de movimentos sociais como Bom Senso FC, Eu Voto Distrital e Doe Mais, Doe Melhor, além de idealizador da Virada Política.
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